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Consumo de Energia Meesi

Consumo de Energia

Descrição

Consumo de Energia do Setor

De acordo com os dados provisórios do balanço energético em Portugal para 2020 disponibilizado pela DGEG, o consumo de energia final por parte da Indústria da Metalurgia e Fundição foi de 239 ktep, correspondendo a 5,5 % do consumo total por parte da Indústria Transformadora.

Entre 2000 e 2002 houve uma queda de 57 % do consumo de energia final para 164 ktep, coincidindo com a eliminação do consumo de carvão e de outros gases derivados da petroquímica.  O carvão voltou a ser consumido para produção de energia em 2007, mas em quantidades muito inferiores às utilizadas antes de 2002. A partir de 2007 o consumo de produtos derivados do petróleo foi sendo substituído pela eletricidade e pelo gás natural que aumentaram a sua representatividade no mix energético de 21 e 8 % em 2000 para 63 e 31 % em 2020, respetivamente.

consumo_metalurgia

Evolução do consumo total de energia final por tipo de fonte energética no setor da Metalurgia e Fundição em Portugal.

Consumo Específico de Energia

Produção de Aço

Os consumos específicos de energia de uma unidade típica de produção de aço nos Estados Unidos da América, e aplicando tecnologias State of the Art são apresentados na tabela em seguida. É possível verificar que na produção de aço a partir da gusa, a via do forno básico a oxigénio é consideravelmente menos intensiva energeticamente, do que a via do alto forno. Observa-se também que a aplicação de tecnologias State of the Art apresenta um grande potencial de poupança de energia, em particular, no processo de laminação a frio, em que se pode reduzir o consumo de energia até cerca de 2.4 GJ/t de aço produzido.

Consumos específicos de energia de uma unidade típica de produção de aço nos Estados Unidos da América, e aplicando tecnologias State of the Art.

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Produção de Alumínio

O alumínio secundário representa cerca de 1/3 do total de alumínio consumido mundialmente, uma vez que, como se verifica na tabela seguinte, a sua produção requer uma fração da energia necessária para a produção de alumínio primário, permitindo poupanças consideráveis de energia. [7] Verifica-se também que a aplicação de tecnologias State of the Art, é eficaz na redução do consumo energético na produção do alumínio, permitindo uma redução de 26 % (20.5 GJ/t de alumínio) no caso do alumínio primário, e de 52 % (3.4 GJ/t de alumínio) no caso do alumínio secundário.

Consumos específicos de energia de uma unidade típica de produção de alumínio nos Estados Unidos da América, e aplicando tecnologias State of the Art.

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